ROTEIROS DE AULA PRÁTICA – FÍSICA GERAL
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O Roteiro de Aula Prática acima contempla 4 Roteiros, a saber:
Unidade: CINEMÁTICA: ESTUDO DO MOVIMENTO DOS CORPOS
Aula: MOVIMENTO EM UMA DIMENSÃO
Unidade: DINÂMICA: ESTUDO DA CAUSA DOS MOVIMENTOS
Aula: TRABALHO E ENERGIA DE UM SISTEMA
Unidade: FLUIDOS E TERMODINÂMICA
Aula: CALOR
Unidade: PRINCÍPIOS DA ELETRICIDADE
Aula: CIRCUITOS ELÉTRICOS
Roteiro
Aula Prática
2
Público
ROTEIRO DE AULA PRÁTICA
NOME DA DISCIPLINA: FÍSICA GERAL
Unidade: U1_CINEMÁTICA: ESTUDO DO MOVIMENTO DOS CORPOS
Aula: A3_MOVIMENTO EM UMA DIMENSÃO
Tempo previsto de execução de aula prática: 5h
OBJETIVOS
Definição dos objetivos da aula prática:
Caracterizar o movimento de um objeto através das grandezas que compõe a Cinemática:
deslocamento, velocidade média e aceleração média.
INFRAESTRUTURA
Instalações – Materiais de consumo – Equipamentos:
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Equipamentos:
• Computador com acesso à internet
~ 1 unid. 1 aluno
SOLUÇÃO DIGITAL
Infraestrutura mínima necessária para execução.
Laboratório Virtual Algetec – simulador: “Movimento Retilíneo Uniformemente Variado – MRUV”.
O laboratório virtual é uma plataforma para simulação de procedimentos em laboratório e deve
ser acessado por computador, não deve ser acessado por celular ou tablet. O primeiro acesso ao
simulador será um pouco mais lento, pois alguns plugins são buscados no navegador. A partir do
segundo acesso, a velocidade de abertura dos experimentos será mais rápida.
O LINK da atividade prática estará disponível em seu AVA.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
Para a utilização do laboratório de informática não há necessidade de EPI’s.
3
Público
PROCEDIMENTOS PRÁTICOS
Procedimento/Atividade nº 1 (Virtual)
MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO (MRUV)
Atividade proposta: Caracterizar o movimento de um objeto através do deslocamento,
velocidade média e aceleração média, compreendendo e estimando a velocidade média e a
aceleração média de um objeto em movimento.
Procedimentos para a realização da atividade:
Em seu AVA, você irá encontrar o link do experimento MOVIMENTO RETILÍNEO
UNIFORMEMENTE VARIADO (MRUV), que será desenvolvido na plataforma VirtuaLab da
Algetec. A partir do acesso, seguem os procedimentos a serem realizados no laboratório virtual
para o desenvolvimento da atividade.
Ao abrir a tela inicial, clique em “Modo experimento”.
Assim, teremos:
4
Público
➔ Montando e ajustando o experimento:
Arraste o nível bolha até o plano inclinado, clicando com o botão esquerdo do mouse e sobre ele
e arrastando-o.
➔ Nivelando a base:
Nivele a base, clicando com o botão direito do mouse no nível bolha e selecionando a opção
“Nivelar base”.
5
Público
Os “pés” da base do plano inclinado serão ajustados, deixando a bolha do nível centralizada.
➔ Posicionando o ímã:
Arraste o ímã até a indicação em vermelho no plano inclinado, clicando com o botão esquerdo do
mouse. Esse ímã será usado posteriormente para fixar o carrinho.
➔ Posicionando fuso elevador:
6
Público
Posicione o fuso elevador, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o fuso e arrastando
o para uma das posições em destaque. A posição destacada em verde é para pequenas
inclinações e a posição destacada em amarelo é para grandes inclinações.
Neste experimento usaremos a posição para grandes inclinações.
➔ Posicionar o sensor:
Posicione o sensor em 300 mm na régua, clicando com botão esquerdo do mouse no sensor. O
sensor será utilizado para medir o tempo decorrido no movimento do carrinho.
Observe a escala que aparece no canto da tela. O ponto branco que aparece no sensor, como
destacado em vermelho, é o ponto de ativação.
➔ Ajustando a inclinação da rampa:
Inicie a etapa de regulagem do ângulo da rampa, clicando com o botão. Inicie a etapa de
regulagem do ângulo da rampa, clicando com o botão direito do mouse no fuso elevador e
selecionando a opção “Girar fuso”.
7
Público
Com o fuso na posição de grandes inclinações, ajuste o ângulo para 10° clicando com o botão
esquerdo do mouse nas setas “Subir” e “Descer”.
➔ Ligando o multicronômetro:
Visualize o cronômetro, em detalhes, acessando a câmera “Cronômetro”, clicando com o botão
esquerdo do mouse sobre o menu lateral esquerdo.
8
Público
Conecte a fonte de alimentação do multicronômetro na tomada, clicando e arrastando com o
botão esquerdo do mouse sobre a fonte.
Para ligar o multicronômetro, clique com o botão esquerdo do mouse no botão “Power”.
Clique com o botão esquerdo do mouse no botão “Reset” para voltar à seleção de funções.
Para selecionar uma das funções que aparecem no visor, clique com o botão esquerdo do mouse
nos botões azuis.
9
Público
Para ajustar valores, clique com o botão esquerdo do mouse nas setas.
➔ Conectando o cabo no multicronômetro:
Conecte o cabo do sensor na porta S0 do multicronômetro, clicando e arrastando com o botão
esquerdo do mouse, conforme demonstrado abaixo.
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Público
➔ Operando o multicronômetro:
Selecionando o idioma.
Selecionando função: Clique no botão destacado em verde até que apareça a função “F3 10PASS
1SEN”. Em seguida, clique no botão destacado em vermelho para selecionar a função.
Número de intervalos: Clique na seta destacada em amarelo para escolher o número de intervalos
(dez) e, então, no botão destacado em verde para confirmar.
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Público
Você está pronto para começar o experimento.
➔ Posicionando o carrinho:
Acesse a câmera “Plano inclinado”.
Para que não desça a rampa antes do desejado, arraste o carrinho até o ímã, clicando com o
botão esquerdo do mouse sobre ele.
12
Público
O carrinho permanecerá em repouso até que o ímã, que o mantém nesta posição, seja retirado.
➔ Retirando o ímã:
Acesse a câmera “Bancada”.
Solte o carrinho, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o ímã. O carrinho será solto e
descerá pelo plano inclinado. O sensor medirá o intervalo de tempo entre marcações existentes
sobre o carrinho.
13
Público
➔ Realizando as leituras dos resultados:
Clique com o botão esquerdo do mouse no botão destacado em amarelo para verificar os
resultados e no botão destacado em verde para repetir o experimento.
Leia o resultado do experimento.
Clique nas setas destacadas em amarelo para ver os pontos de medidas e seus resultados.
14
Público
Devido às marcações existentes sobre o carrinho, o sensor captará medidas de tempo nas
marcações 0 mm, 18 mm, 36 mm, 54 mm, 72 mm, 90 mm, 108 mm, 126 mm, 144 mm, 162 mm
e 180 mm.
➔ Anotando e avaliando os resultados:
Crie uma tabela semelhante à apresentada abaixo e anote os valores encontrados considerando
as posições (S) e o tempo (t) para cada uma delas. O tempo ao quadrado (t2) deverá ser calculado
com o valor do tempo (t) obtido.
Calcule as velocidades para os pontos medidos t2, t4, t6, t8 e t10 e anote em uma tabela
semelhante à demonstrada a seguir.
Intervalos Vm (m/s)
S0 a S2
S2 a S4
S4 a S6
S6 a S8
S8 a S10
Para o cálculo da velocidade, utilize a equação para a velocidade média em cada um dos
intervalos de posição e tempo:
�
�=∆𝑺
∆𝒕
Com os dados de velocidade média da tabela e os intervalos de tempos, construa o gráfico de
velocidade em função do tempo, obtenha a aceleração e monte a função horária do movimento.
Assim, com os dados obtidos e calculados, responda:
1. Construa o gráfico S x t (Espaço x Tempo).
2. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função representada pelo gráfico “Espaço x
Tempo”? Qual o significado do coeficiente angular do gráfico construído?
15
Público
3. Construa o gráfico S x t2 (Espaço x Tempo2).
4. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função representada pelo gráfico “Espaço x
Tempo2”? Qual o significado do coeficiente angular do gráfico construído?
5. Calcule as velocidades para os pontos medidos t2, t4, t6, t8 e t10 e anote em uma tabela. Para
isso, deve-se utilizar a equação 𝒗=∆𝑺
∆𝒕
em que:
• ∆S2 = S2 − S0; ∆t2 = t2 − t0
• ∆S4 = S4 − S2; ∆t4 = t4 − t2
• ∆S6 = S6 − S4; ∆t6 = t6 − t4
• ∆S8 = S8 − S6; ∆t8 = t8 − t6
• ∆S10 = S10 − S8; ∆t10 = t10 − t10
6. Construa o gráfico v x t (velocidade x tempo).
7. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função representada pelo gráfico “velocidade
x tempo”? Qual o significado do coeficiente angular do gráfico construído? (Lembre-se que no
MRUV, a velocidade é dada por v = vo + at)
8. Qual a aceleração média deste movimento?
9. Ainda utilizando o gráfico, encontre a velocidade inicial do carrinho no t0. Para isso, basta
extrapolar o gráfico e verificar o valor da velocidade quando a curva “cruza” o eixo y.
10. Diante dos dados obtidos e dos gráficos construídos, monte a função horária do
experimento.
11. Por que é possível afirmar que esse movimento é uniformemente variado?
12. Faça o experimento com a inclinação de 20° e compare os resultados.
Checklist:
✓ Acessar seu AVA;
✓ Clicar no link do experimento MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO –
MRUV;
✓ Montar e ajustar o experimento;
✓ Nivelar a base;
✓ Posicionar o ímã;
✓ Posicionar o fuso elevador;
✓ Posicionar o sensor;
✓ Ajustar a inclinação da rampa;
✓ Utilizar o multicronômetro;
✓ Realizar o experimento;
✓ Avaliar os Resultados.
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Público
RESULTADOS
Resultados de Aprendizagem:
Como resultados dessa prática será possível caracterizar o movimento retilíneo uniformemente
variado (MRUV), fornecer a equação horária da posição e da velocidade de um móvel em MRUV
a partir de suas observações e medições, construir diferentes gráficos envolvendo as principais
variáveis físicas do MRUV e interpretar os gráficos das variáveis do MRUV.
ESTUDANTE, VOCÊ DEVERÁ ENTREGAR
Descrição orientativa sobre a entregada da comprovação da aula prática:
Ao final dessa aula prática, você deverá enviar um arquivo em word contendo as informações
obtidas no experimento, os cálculos realizados, em conjunto com um texto conclusivo a respeito
das informações obtidas. O arquivo não pode exceder o tamanho de 2Mb.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Descrição (em abnt) das referências utilizadas
Público
FÍSICA GERAL
Roteiro
Aula Prática
2
Público
ROTEIRO DE AULA PRÁTICA
NOME DA DISCIPLINA: FÍSICA GERAL
Unidade: U2_DINÂMICA: ESTUDO DA CAUSA DOS MOVIMENTOS
Aula: A3_TRABALHO E ENERGIA DE UM SISTEMA
Tempo previsto de execução de aula prática: 5h
OBJETIVOS
Definição dos objetivos da aula prática:
Obter os valores de energia potencial gravitacional e energia cinética, avaliando a conservação
da energia em um movimento. E ainda, compreender os processos de transformação de energia
na descrição de um movimento, levando em consideração o princípio de conservação de energia.
INFRAESTRUTURA
Instalações – Materiais de consumo – Equipamentos:
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Equipamentos:
• Computador com acesso à internet
~ 1 unid. 1 aluno
SOLUÇÃO DIGITAL
Infraestrutura mínima necessária para execução.
Laboratório Virtual Algetec – simulador: “Princípio da Conservação de Energia”. O laboratório
virtual é uma plataforma para simulação de procedimentos em laboratório e deve ser acessado
por computador, não deve ser acessado por celular ou tablet. O primeiro acesso ao simulador
será um pouco mais lento, pois alguns plugins são buscados no navegador. A partir do segundo
acesso, a velocidade de abertura dos experimentos será mais rápida.
O LINK da atividade prática estará disponível em seu AVA.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
Para a utilização do laboratório de informática não há necessidade de EPI’s.
3
Público
PROCEDIMENTOS PRÁTICOS
Procedimento/Atividade nº 1 (Virtual)
PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
Atividade proposta: Compreender e comprovar a transformação da Energia Potencial
Gravitacional em Energia Cinética, esclarecendo o princípio da Conservação da Energia
Mecânica.
Procedimentos para a realização da atividade:
Em seu AVA, você irá encontrar o link do experimento PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DE
ENERGIA, que será desenvolvido na plataforma VirtuaLab da Algetec. A partir do acesso,
seguem os procedimentos a serem realizados no laboratório virtual para o desenvolvimento da
atividade.
Clicando no link do experimento”, abrirá a tela inicial do laboratório virtual.
Fechando a tela explicativa do funcionamento do mouse, teremos:
4
Público
➔ Ajustando o experimento:
Nivele a base, com o auxílio do nível bolha. Para isso, clique sobre o nível que está sobre a
bancada (1) e arraste até a posição destacada em vermelho no plano inclinado (2).
Para nivelar, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o nível bolha e selecionar a opção
“Nivelar base”.
Ajuste a posição do sensor para a distância desejada. Para isso, clique sobre o sensor e arraste
o mouse. Perceba que, no canto inferior esquerdo da tela, surgirá uma janela com a escala
graduada do plano inclinado e a indicação da posição do sensor. Coloque-o na posição 300 mm
da régua.
5
Público
Regule a inclinação da rampa, utilizando o fuso elevador. É possível posicionar o fuso elevador
para grandes inclinações (1) ou pequenas (2). Nesse experimento, deve-se posicionar o fuso para
grandes inclinações.
Gire o fuso elevador, clicando com o botão direito do mouse sobre fuso e selecionando a opção
“Girar fuso”.
6
Público
Altere o ângulo de inclinação do plano para 20°, utilizando as setas “Subir” e “Descer” para
aumentar e diminuir o ângulo.
➔ Ligando o multicronômetro:
Para ligar o multicronômetro, acesse a câmera “Cronômetro”. Coloque a fonte de alimentação na
tomada, clicando sobre ela e arrastando até a posição desejada.
Conecte o cabo do sensor na porta S0 do cronômetro, clicando sobre ele e arrastando até a
posição desejada.
7
Público
Ligue o cronômetro, clicando no botão “Power”. Selecione o idioma, clicando no botão azul da
esquerda.
Selecione a função “F2 VM 1 SENSOR”, utilizando o botão azul da direita para procurar a função
e o botão central para selecionar.
Insira a largura do corpo de prova. Para isso, clique sobre o botão azul da direita.
8
Público
Ajuste o valor para 50 mm. Para isso, utilize as setas esquerda/direita para alterar a casa decimal
e as setas cima/baixo para alterar o valor. Em seguida, confirme o valor, clicando sobre o botão
azul da direita.
➔ Ensaiando o corpo de prova OCO:
Posicione o corpo de prova oco no plano inclinado. Para isso, clique sobre ele e arraste até a
posição desejada.
9
Público
Verifique os resultados no display do multicronômetro, clicando sobre o botão azul da esquerda.
Observe o resultado exibido.
Verifique também o resultado da velocidade linear no intervalo, clicando sobre a seta direita. Para
repetir o experimento, clique no botão azul central.
10
Público
Repita o procedimento mais 2 vezes com o corpo de prova oco.
➔ Repetindo com o corpo de prova maciço:
Repita todo o procedimento descrito até aqui para realizar o ensaio com o corpo de prova maciço,
também repetindo 3 vezes.
➔ Avaliando os resultados:
Anote os dados de velocidade dos corpos de provas ensaiados obtidos em uma tabela,
semelhante à tabela abaixo:
A próxima tabela apresenta as informações dos corpos de prova:
Aplicando os conceitos de energia mecânica e sua conservação com os dados obtidos no
experimento, juntamente com os dados da tabela acima, calcule:
11
Público
Assim, com os dados obtidos e calculados, responda:
1. Anote em uma tabela os valores obtidos no experimento. Houve diferença entre as velocidades
dos corpos de prova ensaiados? Se sim, intuitivamente, qual seria o motivo?
2. Utilizando as informações da Tabela apresentada abaixo, e as equações relacionadas ao
conteúdo, e sabendo que o corpo de prova foi solto na posição 60 mm da régua, calcule os valores
solicitados para as grandezas.
A tabela apresentada é dada por:
3. É certo afirmar que a energia potencial gravitacional é igual a soma das energias cinéticas de
translação e rotação? Por quê?
4. Calcule o erro relativo entre a energia envolvida quando o corpo de prova está no topo do plano
e a energia quando ele passa pelo sensor. Caso o erro seja maior que zero, qual seria o motivo
para isto?
5. Como você definiria a conservação da energia em termos das energias envolvidas neste
experimento?
Checklist:
✓ Acessar seu AVA;
✓ Clicar no link do experimento PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA;
✓ Ajustando o experimento;
✓ Utilizando o multicronômetro;
✓ Realizar o experimento;
✓ Avaliar os Resultados.
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Público
RESULTADOS
Resultados de Aprendizagem:
Como resultados dessa prática será possível verificar quantitativamente a transformação da
energia mecânica gravitacional em energia cinética, observar o princípio da conservação da
energia mecânica.
ESTUDANTE, VOCÊ DEVERÁ ENTREGAR
Descrição orientativa sobre a entregada da comprovação da aula prática:
Ao final dessa aula prática, você deverá enviar um arquivo em word contendo as informações
obtidas no experimento, os cálculos realizados, em conjunto com um texto conclusivo a respeito
das informações obtidas. O arquivo não pode exceder o tamanho de 2Mb.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Descrição (em abnt) das referências utilizadas
Público
FÍSICA GERAL
Roteiro
Aula Prática
2
Público
ROTEIRO DE AULA PRÁTICA
NOME DA DISCIPLINA: FÍSICA GERAL
Unidade: U3_FLUIDOS E TERMODINÂMICA
Aula: A3_CALOR
Tempo previsto de execução de aula prática: 5h
OBJETIVOS
Definição dos objetivos da aula prática:
O objetivo da aula prática consiste descrever os fenômenos causados pelo aquecimento de um
corpo, determinando o calor específico e capacidade térmica.
INFRAESTRUTURA
Instalações – Materiais de consumo – Equipamentos:
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Equipamentos:
• Computador com acesso à internet
~ 1 unid. 1 aluno
SOLUÇÃO DIGITAL
Infraestrutura mínima necessária para execução.
Laboratório Virtual Algetec – simulador: “Calorimetria”. O laboratório virtual é uma plataforma para
simulação de procedimentos em laboratório e deve ser acessado por computador, não deve ser
acessado por celular ou tablet. O primeiro acesso ao simulador será um pouco mais lento, pois
alguns plugins são buscados no navegador. A partir do segundo acesso, a velocidade de abertura
dos experimentos será mais rápida.
O LINK da atividade prática estará disponível em seu AVA.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
Para a utilização do laboratório de informática não há necessidade de EPI’s.
3
Público
PROCEDIMENTOS PRÁTICOS
Procedimento/Atividade nº 1 (Virtual)
CALORIAMETRIA
Atividade proposta: Compreender os fenômenos decorrentes da troca de energia térmica
entre os corpos, calculando a capacidade térmica de um calorímetro e, posteriormente, utilizar
este dado para determinar o calor específico de diversas substâncias.
Procedimentos para a realização da atividade:
Em seu AVA, você irá encontrar o link do experimento CALORIMETRIA, que será desenvolvido
na plataforma VirtuaLab da Algetec. A partir do acesso, seguem os procedimentos a serem
realizados no laboratório virtual para o desenvolvimento da atividade.
Ao clicar no link do experimento, uma tela explicativa sobre o uso do mouse irá aparecer. Leia
com atenção e feche-a.
Feito isso, a tela inicial do experimento irá aparecer.
4
Público
PARTE I – DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE TÉRMICA DE UMA CALORÍMETRO
➔ Segurança do experimento:
Inicialmente, iremos determinar a capacidade térmica de um calorímetro. Para isso, acesse a
câmera “EPI”, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o menu superior esquerdo da tela.
Abra o armário, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre as portas.
Selecione os EPI’s necessários ao experimento, clicando com o botão direito do mouse sobre o
EPI desejado e selecionando a opção “Colocar EPI” para que você possa utilizá-lo. Os EPI’s
utilizados serão: Jaleco e óculos de proteção.
Acesse a câmera “Bancada”.
5
Público
➔ Tarando a balança:
Posicione o béquer na balança, clicando com o botão direito do mouse sobre o béquer e
selecionando a opção “Colocar na balança”.
Acesse a câmera “Balança” para visualizar o béquer na balança.
Ligue a balança, clicando com botão esquerdo do mouse sobre o botão “Power”.
6
Público
Observe se a balança ligou. Tare a balança para desprezar a massa do béquer, clicando com o
botão esquerdo do mouse sobre o botão “TARA”.
Observe que a balança foi zerada, após a tara. Retorne o béquer para a bancada, clicando com
o botão direito do mouse sobre o béquer e selecionando a opção “Colocar na mesa”.
Acesse a câmera “Bancada” para retornar a tela inicial do experimento.
7
Público
➔ Adicionando água no béquer:
Transfira 100 mL de água para o béquer, clicando com o botão direito do mouse na pisseta com
água em destaque e selecionando a opção “Despejar no béquer”.
Pressione a pisseta, para inserir água no béquer, e observe a quantidade de água, adicionada,
pela escala que aparece ao canto da tela.
Retorne a pisseta para a bancada, clicando com o botão direito do mouse sobre a pisseta e
selecionando a opção “Colocar na mesa”.
8
Público
➔ Medindo a massa da água:
Coloque o béquer, já com a água, sobre a balança, clicando com o botão direito do mouse sobre
o béquer e selecione a opção “Colocar na balança”.
Em seguida, acesse a câmera “Balança” para visualizar a medição da massa.
Observe e anote o valor da massa, exibido pela balança.
9
Público
Retire o béquer da balança, clicando com o botão direito do mouse no béquer e selecionando a
opção “Colocar na mesa”.
Retorne a tela inicial do experimento, acessando a câmera “Bancada”.
➔ Ajustando o aquecimento:
Posicione béquer sobre o sistema de aquecimento, clicando com o botão direito do mouse sobre
o béquer e selecionando a opção “Posicionar no sistema de aquecimento”.
Observe que o béquer se posicionou no sistema de aquecimento.
10
Público
Acesse a câmera “Aquecimento” para visualizar o sistema de aquecimento.
Ligue o sistema de aquecimento, clicando com o botão direito do mouse sobre bico de Bunsen e
selecionando a opção “Ligar chama”.
Observe a chama do bico de Bunsen.
11
Público
Ajuste a velocidade de aquecimento do fluído contido no béquer, clicando e arrastando, com o
botão esquerdo do mouse, sobre a janela “Acelerar troca térmica”. Em seguida, acesse a câmera
“Bancada” para retornar a tela inicial do experimento.
➔ Medindo a temperatura de aquecimento:
Meça a temperatura de aquecimento, clicando com o botão direito do mouse sobre o termômetro
e selecionando a opção “Medir béquer”.
Observe que a temperatura da água em aquecimento aparece no canto da tela.
12
Público
Aguarde o aquecimento da água até aproximadamente 80° C e, então, desligue o sistema de
aquecimento, acessando a opção de câmera “Aquecimento”, clicando com o botão direito do
mouse sobre o bico de Bunsen e selecionando a opção “Desligar chama”. Lembre-se que você
pode acelerar o aquecimento da água ajustando o aquecimento na janela “Acelerar troca térmica”.
Em seguida para retirar o béquer do sistema de aquecimento, clique com o botão direito do mouse
sobre o béquer e selecione a opção “Colocar na mesa”. Só será possível remover o béquer do
sistema de aquecimento se o Bico de Bunsen estiver desligado!
Em seguida, acesse a opção de câmera “Bancada” para retornar a tela inicial do experimento.
➔ Medindo a temperatura inicial do calorímetro:
Meça a temperatura inicial do calorímetro, clicando com o botão direito do mouse sobre o
termômetro e selecionando a opção “Medir calorímetro”.
13
Público
Observe e anote a temperatura inicial do calorímetro.
➔ Adicionando água ao calorímetro:
Transfira a água aquecida, contida no béquer, para o calorímetro, clicando com o botão direito do
mouse sobre o béquer e selecionando a opção “Despejar no calorímetro”.
Observe que a água é adicionada ao calorímetro.
14
Público
Acelere a troca térmica entre o calorímetro e a água aquecida agitando o conteúdo do calorímetro,
clicando com o botão direito do mouse sobre o calorímetro e selecionando a opção “Agitar
conteúdo”.
➔ Medindo a temperatura do calorímetro:
Meça a temperatura no calorímetro, clicando com o botão direito do mouse sobre o termômetro
e selecionando a opção “Medir calorímetro”.
Observe a temperatura do calorímetro, aguarde que que ela estabilize e anote seu valor.
Tc = ___________ °C
15
Público
➔ Desmontando o experimento:
Retire a água do calorímetro, clicando com o botão direito do mouse sobre o calorímetro e
selecionando a opção “Descartar conteúdo”.
Desligue o termômetro, clicando com o botão direito do mouse sobre o termômetro e selecione a
opção “Desligar termômetro”.
16
Público
PARTE II – DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DE LÍQUIDOS
➔ Adicionando óleo no béquer:
Agora, na segunda parte do experimento, iremos determinar o calor específico de líquidos.
Transfira 100 mL de óleo para o béquer, clicando com o botão direito do mouse na pisseta com
óleo em destaque e selecionando a opção “Despejar no béquer”.
Pressione a pisseta para inserir óleo no béquer.
Observe a quantidade de água, adicionada, pela escala que aparece ao canto da tela.
Retorne a pisseta para a bancada, clicando com o botão direito do mouse sobre a pisseta e
selecionando a opção “Colocar na mesa”.
17
Público
➔ Medindo a massa do óleo:
Acesse a câmera “Balança” e verifique se a balança está ajustada apresentando um valor
negativo equivalente à massa do béquer. Em caso afirmativo, coloque o béquer, já com o óleo,
sobre a balança, clicando com o botão direito do mouse sobre o béquer e selecione a opção
“Colocar na balança”. Em caso negativo, tare novamente a balança, como demonstrado
anteriormente.
Observe e anote o valor da massa!
18
Público
Retire o béquer da balança, clicando com o botão direito do mouse no béquer e selecionando a
opção “Colocar na mesa”.
Retorne a tela inicial do experimento, acessando a câmera “Bancada”.
➔ Ajustando o aquecimento:
Posicione béquer sobre o sistema de aquecimento, clicando com o botão direito do mouse sobre
o béquer e selecionando a opção “Posicionar no sistema de aquecimento”.
Observe que o béquer se posiciona no sistema de aquecimento.
19
Público
Acesse a câmera “Aquecimento” para visualizar o sistema de aquecimento.
Ligue o sistema de aquecimento, clicando com o botão direito do mouse sobre bico de Bunsen e
selecionando a opção “Ligar chama”.
Observe a chama do bico de Bunsen.
➔ Medindo a temperatura de aquecimento:
Meça a temperatura de aquecimento, clicando com o botão direito do mouse sobre o termômetro
e selecionando a opção “Medir béquer”.
20
Público
Observe que a temperatura do óleo em aquecimento aparece no canto da tela.
Aguarde o aquecimento do óleo até aproximadamente 80° C e, então, desligue o sistema de
aquecimento, acessando a opção de câmera “Aquecimento”, clicando com o botão direito do
mouse sobre o bico de Bunsen e selecionando a opção “Desligar chama”. Lembre-se que você
pode acelerar o aquecimento da água ajustando o aquecimento na janela “Acelerar troca térmica”.
Em seguida para retirar o béquer do sistema de aquecimento, clique com o botão direito do mouse
sobre o béquer e selecione a opção “Colocar na mesa”. Só será possível remover o béquer do
sistema de aquecimento se o Bico de Bunsen estiver desligado.
➔ Medindo a temperatura inicial do calorímetro:
21
Público
Acesse a opção de câmera “Bancada” para retornar a tela inicial do experimento. Meça a
temperatura inicial do calorímetro, clicando com o botão direito do mouse sobre o termômetro e
selecionando a opção “Medir calorímetro”.
Observe e anote a temperatura inicial do calorímetro.
➔ Adicionando óleo ao calorímetro:
Transfira o óleo aquecido, contida no béquer, para o calorímetro, clicando com o botão direito do
mouse sobre o béquer e selecionando a opção “Despejar no calorímetro”.
Observe que a água é adicionada ao calorímetro.
22
Público
Acelere a troca térmica entre o calorímetro e o óleo aquecido agitando o conteúdo do calorímetro,
clicando com o botão direito do mouse sobre o calorímetro e selecionando a opção “Agitar
conteúdo”.
➔ Medindo a temperatura do calorímetro:
Meça a temperatura no calorímetro, clicando com o botão direito do mouse sobre o termômetro
e selecionando a opção “Medir calorímetro”.
Observe a temperatura do calorímetro, aguarde que que ela estabilize e anote seu valor.
Tc = ___________ °C
23
Público
➔ Desmontando o experimento:
Retire o óleo do calorímetro, clicando com o botão direito do mouse sobre o calorímetro e
selecionando a opção “Descartar conteúdo”.
Desligue o termômetro, clicando com o botão direito do mouse sobre o termômetro e selecione a
opção “Desligar termômetro”.
24
Público
➔ Análise de resultados:
1. A capacidade térmica C do calorímetro pode ser determinada pelo princípio da conservação
de energia 𝑸𝒄𝒆𝒅𝒊𝒅𝒐=𝑸𝒓𝒆𝒄𝒆𝒃𝒊𝒅𝒐. Nesse caso:
�
�𝒄𝒆𝒅𝒊𝒅𝒐=𝑸𝒓𝒆𝒄𝒆𝒃𝒊𝒅𝒐
�
�𝒄𝒆𝒅𝒊𝒅𝒐 𝒑𝒆𝒍𝒂 á𝒈𝒖𝒂 𝒒𝒖𝒆𝒏𝒕𝒆=𝑸𝒓𝒆𝒄𝒆𝒃𝒊𝒅𝒐 𝒑𝒆𝒍𝒐 𝒄𝒂𝒍𝒐𝒓í𝒎𝒆𝒕𝒓𝒐
�
�𝟏𝒄(𝑻𝟏−𝑻𝒇)=𝑪(𝑻𝒇−𝑻𝑪)
�
�=𝒎𝟏𝒄(𝑻𝟏−𝑻𝒇)/(𝑻𝒇−𝑻𝑪)
Onde:
�
�=𝒄𝒂𝒑𝒂𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒕é𝒓𝒎𝒊𝒄𝒂
�
�𝟏=𝒎𝒂𝒔𝒔𝒂 𝒅𝒂 á𝒈𝒖𝒂
�
�=𝒄𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒆𝒔𝒑𝒆𝒄í𝒇𝒊𝒄𝒐 𝒅𝒂 á𝒈𝒖𝒂 (𝟏𝒄𝒂𝒍/𝒈º𝑪)
�
�𝟏=𝒕𝒆𝒎𝒑𝒆𝒓𝒂𝒕𝒖𝒓𝒂 𝒅𝒂 á𝒈𝒖𝒂 𝒒𝒖𝒆𝒏𝒕𝒆
�
�𝒇=𝒕𝒆𝒎𝒑𝒆𝒓𝒂𝒕𝒖𝒓𝒂 𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 𝒅𝒆 𝒆𝒒𝒖𝒊𝒍í𝒃𝒓𝒊𝒐 𝒅𝒐 𝒔𝒊𝒔𝒕𝒆𝒎𝒂
�
�𝑪=𝒕𝒆𝒎𝒑𝒆𝒓𝒂𝒕𝒖𝒓𝒂 𝒏𝒐 𝒊𝒏𝒕𝒆𝒓𝒊𝒐𝒓 𝒅𝒐 𝒄𝒂𝒍𝒐𝒓í𝒎𝒆𝒕𝒓𝒐
Assim, com os dados obtidos, calcule a capacidade térmica do calorímetro.
2. Na segunda parte do experimento, a capacidade térmica C do calorímetro pode ser
determinada pelo princípio da conservação de energia:
�
�𝒄𝒆𝒅𝒊𝒅𝒐=𝑸𝒓𝒆𝒄𝒆𝒃𝒊𝒅𝒐
�
�𝒄𝒆𝒅𝒊𝒅𝒐 𝒑𝒆𝒍𝒐 ó𝒍𝒆𝒐 𝒒𝒖𝒆𝒏𝒕𝒆=𝑸𝒓𝒆𝒄𝒆𝒃𝒊𝒅𝒐 𝒑𝒆𝒍𝒐 𝒄𝒂𝒍𝒐𝒓í𝒎𝒆𝒕𝒓𝒐
�
�𝟏𝒄(𝑻𝟏−𝑻𝒇)=𝑪(𝑻𝒇−𝑻𝑪)
�
�=𝑪(𝑻𝒇−𝑻𝑪)/𝒎𝟏(𝑻𝟏−𝑻𝒇)
Onde:
�
�=𝒄𝒂𝒑𝒂𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒕é𝒓𝒎𝒊𝒄𝒂
�
�𝟏=𝒎𝒂𝒔𝒔𝒂 𝒅𝒐 ó𝒍𝒆𝒐
�
�=𝒄𝒂𝒍𝒐𝒓 𝒆𝒔𝒑𝒆𝒄í𝒇𝒊𝒄𝒐 𝒐 ó𝒍𝒆𝒐
�
�𝟏=𝒕𝒆𝒎𝒑𝒆𝒓𝒂𝒕𝒖𝒓𝒂 𝒅𝒐 ó𝒍𝒆𝒐 𝒒𝒖𝒆𝒏𝒕𝒆
�
�𝒇=𝒕𝒆𝒎𝒑𝒆𝒓𝒂𝒕𝒖𝒓𝒂 𝒇𝒊𝒏𝒂𝒍 𝒅𝒆 𝒆𝒒𝒖𝒊𝒍í𝒃𝒓𝒊𝒐 𝒅𝒐 𝒔𝒊𝒔𝒕𝒆𝒎𝒂
�
�𝑪=𝒕𝒆𝒎𝒑𝒆𝒓𝒂𝒕𝒖𝒓𝒂 𝒏𝒐 𝒊𝒏𝒕𝒆𝒓𝒊𝒐𝒓 𝒅𝒐 𝒄𝒂𝒍𝒐𝒓í𝒎𝒆𝒕𝒓𝒐
Com os dados obtidos, calcule o calor específico do óleo. Compare o valor obtido com valores de
calor específico de óleos vegetais encontrados na internet. Justifique eventuais diferenças.
Checklist:
✓ Acessar seu AVA;
✓ Clicar no link do experimento CALORIMETRIA;
✓ Segurança do experimento;
✓ Tarando a balança;
25
Público
✓ Realizar o experimento para determinar a capacidade térmica do calorímetro
✓ Realizar o experimento para a determinação do calor específico;
✓ Avaliar os Resultados.
RESULTADOS
Resultados de Aprendizagem:
Como resultados dessa prática será possível descrever os fenômenos causados pelo
aquecimento de um corpo de prova ou substância; ilustrar como ocorre o equilíbrio térmico entre
substâncias sólidas e líquidas; determinar a capacidade térmica de um calorímetro; determinar o
calor específico de uma substância..
ESTUDANTE, VOCÊ DEVERÁ ENTREGAR
Descrição orientativa sobre a entregada da comprovação da aula prática:
Ao final dessa aula prática, você deverá enviar um arquivo em word contendo as informações
obtidas no experimento, os cálculos realizados, em conjunto com um texto conclusivo a respeito
das informações obtidas. O arquivo não pode exceder o tamanho de 2Mb.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Descrição (em abnt) das referências utilizadas
Público
FÍSICA GERAL
Roteiro
Aula Prática
ROTEIRO DE AULA PRÁTICA
NOME DA DISCIPLINA: FÍSICA GERAL
Unidade: U4_PRINCÍPIOS DA ELETRICIDADE
Aula: A4_CIRCUITOS ELÉTRICOS
Tempo previsto de execução de aula prática: 5h
OBJETIVOS
Definição dos objetivos da aula prática:
O objetivo da aula prática consiste em medir a tensão elétrica, ou diferença de potencial elétrico
(d.d.p.), entre dois pontos de um circuito elétrico utilizado um multímetro e comparar as
características de associações de lâmpadas em série, paralelo e mistas.
INFRAESTRUTURA
Instalações – Materiais de consumo – Equipamentos:
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Equipamentos:
• Computador com acesso à internet
~ 1 unid. 1 aluno
SOLUÇÃO DIGITAL
Infraestrutura mínima necessária para execução.
Laboratório Virtual Algetec – simulador: “Associação em Série de Resistores”. O laboratório virtual
é uma plataforma para simulação de procedimentos em laboratório e deve ser acessado por
computador, não deve ser acessado por celular ou tablet. O primeiro acesso ao simulador será
um pouco mais lento, pois alguns plugins são buscados no navegador. A partir do segundo
acesso, a velocidade de abertura dos experimentos será mais rápida.
O LINK da atividade prática estará disponível em seu AVA.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
Para a utilização do laboratório de informática não há necessidade de EPI’s.
2
PROCEDIMENTOS PRÁTICOS
Procedimento/Atividade nº 1 (Virtual)
ASSOCIAÇÃO EM SÉRIE DE RESISTORES
Atividade proposta: Montar circuitos elétricos em série e em paralelo e avaliar como as
ligações afetam os valores de tensão e corrente.
Procedimentos para a realização da atividade:
Em seu AVA, você irá encontrar o link do experimento ASSOCIAÇÃO EM SÉRIE DE
RESISTORES, que será desenvolvido na plataforma VirtuaLab da Algetec. A partir do acesso,
seguem os procedimentos a serem realizados no laboratório virtual para o desenvolvimento da
atividade.
Clicando no link do experimento, abrirá a tela inicial do laboratório virtual.
Clicando em “Modo experimento” abrirá uma tela com indicações de como utilizar o mouse.
3
Ao fechar essa tela no “x”, teremos a tela inicial do experimento:
Esse experimento é composto de 3 fases: associação de resistores em série, paralelo e misto.
Vamos iniciar o experimento pela FASE 1 – ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES EM SÉRIE.
➔ Montando o experimento:
Posicione a ponte no quadro elétrico clicando com o botão direito do mouse na ponte desejada
e selecione a opção “Posicionar no borne”.
Posicione a ponte no borne clicando com o botão esquerdo do mouse na posição desejada.
Para associação em série, posicione a ponte no borne 1.
4
Posicione as lâmpadas no quadro elétrico clicando com o botão direito do mouse na lâmpada
desejada e selecione a opção “Posicionar no borne”.
Posicione as lâmpadas no borne clicando com o botão esquerdo do mouse na posição
desejada. Para este experimento, será posicionado nos bornes 3, 5, 6 e 7.
5
Visualize o quadro elétrico clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Quadro” localizada dentro do painel de visualização no canto superior esquerdo da tela. Se
preferir, também pode ser utilizado o atalho do teclado “Alt+2”.
Ligue o equipamento clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a chave no quadro
elétrico.
Observe o resultado das lâmpadas.
➔ Ajustando o multímetro:
Visualize o multímetro clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Multímetro” ou através do atalho do teclado “Alt+4”.
6
Ajuste o multímetro clicando com o botão direito do mouse sobre ele e selecione a opção “Medir
tensão contínua”.
➔ Medição de tensão:
Posicione as pontas de prova clicando com o botão direito do mouse sobre elas e selecione a
opção “Posicionar no quadro”. Repita o procedimento para a ponteira negativa.
7
Meça a tensão na lâmpada 3 clicando com o botão esquerdo do mouse sobre os pontos 3A e
3B.
Observe o valor de tensão no multímetro.
Repita o procedimento anterior de medição para as lâmpadas 5, 6 e 7.
Retire a lâmpada 6 clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecione a opção
“Posicionar na mesa”.
8
Visualize a bancada clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Bancada” ou através do atalho do teclado “Alt+1”.
Posicione a ponte no borne clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela e selecione a
opção “Posicionar no borne”.
Posicione a ponte no borne 6 do circuito clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ele.
9
Meça novamente a tensão nas lâmpadas 3, 5 e 7.
Com os dados coletados, construa uma tabela. Como exemplo de tabela, temos:
Após a remoção da lâmpada 6, pode-se usar um exemplo de tabela do tipo:
➔ Medição de corrente elétrica:
Retire as ponteiras de prova clicando com o botão direito do mouse sobre elas e selecione a
opção “Posicionar na mesa”. Repita o procedimento para a ponteira negativa.
10
Visualize o multímetro clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Multímetro” ou através do atalho do teclado “Alt+4”.
Ajuste o multímetro para medir corrente elétrica clicando com o botão direito do mouse sobre
ele e selecione a opção “Medir corrente contínua”.
Visualize o quadro clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Quadro”
ou através do atalho do teclado “Alt+2”.
11
Retire a ponte clicando com o botão direito do mouse sobre o borne 6 e selecione a opção
“Posicionar na mesa”. Observe o resultado.
Visualize o multímetro clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Multímetro” ou através do atalho do teclado “Alt+4”.
Posicione a ponta de prova no quadro clicando com o botão direito do mouse sobre ela e
selecione a opção “Posicionar no quadro”. Repita o procedimento para a ponteira negativa.
12
Posicione as ponteiras no borne clicando com o botão esquerdo do mouse sobre 6A e 6B.
Observe o resultado.
Após a medição, posicione na mesa clicando com o botão direito do mouse nas pontas de
prova do multímetro e selecione a opção “Posicionar na mesa”.
Em seguida, reposicione a lâmpada clicando com o botão direito do mouse na lâmpada
posicionada no borne 3 e selecione a opção “Reposicionar no borne”.
13
Reposicione a lâmpada clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o borne 6.
Visualize o multímetro clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Multímetro” ou através do atalho do teclado “Alt+4”.
Posicione a ponteira de prova no quadro clicando com o botão direito do mouse sobre a
ponteira e selecione a opção “Posicionar no quadro”.
14
Posicione as pontas de prova do multímetro clicando com o botão esquerdo do mouse no borne
3. Observe o resultado.
Repita o procedimento anterior para os bornes 5 e 7.
➔ Desmontando o experimento:
Posicione as pontas de prova clicando com o botão direito do mouse sobre elas e selecione a
opção “Posicionar na mesa”.
15
Posicione todas as lâmpadas clicando com o botão direito do mouse nelas e selecione a opção
“Posicionar na mesa”.
Posicione a ponte conectada no quadro de volta para a mesa clicando com o botão direito do
mouse sobre ela e selecione a opção “Posicionar na mesa”.
Desligue o quadro clicando com o botão esquerdo do mouse no botão “Liga-Desliga” do quadro
elétrico.
16
Finalizada a Fase 1, vamos para a FASE 2 – ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES EM
PARALELO.
➔ Montando o experimento:
Posicione a ponte no borne clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecione a
opção “Posicionar no borne”.
Posicione a ponte no borne clicando com o botão esquerdo do mouse na posição desejada.
Para a associação em paralelo, posicione nos bornes 1, 5, 6 e 7.
Posicione a lâmpada no borne clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecione a
opção “Posicionar no borne”.
17
Posicione a ponte no borne clicando com o botão esquerdo do mouse na posição desejada.
Para a associação em paralelo serão usados os bornes 2, 3 e 4.
Visualize o quadro elétrico clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Quadro” ou através do atalho do teclado “Alt+2”.
Ligue o quadro elétrico clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão “LigaDesliga”.
18
➔ Ajustando o multímetro:
Visualize o multímetro clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Multímetro” localizada no menu de câmeras ou através do atalho do teclado “Alt+4”.
Meça tensão com o multímetro clicando com o botão direito do mouse sobre ele e selecione a
opção “Medir tensão contínua”.
19
➔ Medindo a tensão:
Posicione as ponteiras de prova no quadro clicando com o botão direito do mouse sobre elas e
selecione a opção “Posicionar no quadro”. Repita o procedimento para a ponteira negativa.
Posicione as ponteiras de prova no quadro clicando com o botão esquerdo do mouse sobre os
pontos 2A e 2B respectivamente. Observe o resultado no multímetro.
Repita o procedimento anterior para as lâmpadas 4 e 3.
Retire a lâmpada 3 clicando com o botão direito do mouse sobre ela e selecione a opção
“Posicionar na mesa”. Observe o resultado.
20
Com os dados coletados, construa uma tabela. Como exemplo de tabela, temos:
Posicione as pontes nos bornes 1, 6 e 7 do quadro elétrico clicando com o botão esquerdo do
mouse sobre eles.
➔ Desmontando o experimento:
Realize o mesmo procedimento apresentado na fase 1 para posicionar todas as lâmpadas e
pontes de volta para a mesa e desligar o quadro elétrico. Também posicione as pontas de prova
do multímetro de volta para a mesa.
Finalizada a fase 2, vamos dar início à FASE 3 – ASSOCIAÇÃO MISTA DE RESISTORES.
➔ Montando o experimento:
Posicione as pontes no quadro elétrico clicando com o botão direito do mouse sobre elas e
selecione a opção “Posicionar no borne”.
21
Posicione as lâmpadas no quadro elétrico clicando com o botão direito do mouse sobre elas e
selecione a opção “Posicionar no borne”.
Posicione as lâmpadas nos bornes 2, 3, 4 e 5 do quadro elétrico clicando com o botão esquerdo
do mouse sobre eles.
Visualize o quadro elétrico clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
22
“Quadro” ou através do atalho do teclado “Alt+2”.
Ligue o quadro elétrico clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão “LigaDesliga”.
➔ Analisando o circuito:
Posicione a lâmpada do borne 3 na mesa clicando com o botão direito do mouse sobre ela e
selecione a opção “Posicionar na mesa”. Observe o que acontece com a luminosidade.
Visualize a bancada clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Bancada” ou através do atalho do teclado “Alt+1”.
23
Posicione novamente a lâmpada no borne 3 clicando com o botão direito do mouse sobre ela e
selecione a opção “Posicionar no Borne”.
Repita o procedimento anterior e retire as lâmpadas 2 e 4, em seguida observe o que acontece
com a luminosidade. Depois, devolva as lâmpadas ao borne.
➔ Medidas de tensão:
Posicione novamente a lâmpada clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o borne 3.
24
Visualize o multímetro clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome
“Multímetro” ou através do atalho do teclado “Alt+4”.
Posicione a ponteira de prova no borne clicando com o botão direito do mouse sobre ela e
selecione a opção “Posicionar no quadro”. Repita o procedimento para a ponteira negativa.
Meça a tensão nos terminais do borne 2 clicando com o botão esquerdo do mouse sobre os
pontos 2A e 2B respectivamente.
25
Verifique a tensão medida no multímetro. Reposicione as pontas de prova no quadro elétrico
para verificar a tensão nas lâmpadas dos bornes 3, 4 e 5. Em seguida, verifique as tensões
entre os terminais 4A e 5B. Observe o resultado.
Com os dados coletados, construa uma tabela. Como exemplo de tabela, temos:
➔ Avaliando os resultados:
Com base nos dados obtidos, responda as questões seguintes para cada fase do experimento.
FASE I
1. Preencha a tabela com os resultados obtidos durante o passo Medindo a tensão.
2. Preencha a tabela com os resultados obtidos durante o passo Medindo a tensão, após a
remoção da lâmpada do borne 6.
3. Com base em suas observações, comente a veracidade da seguinte afirmação: “Em uma
associação em série a soma das tensões elétricas sobre cada componente (lâmpada) é igual a
tensão elétrica total atuante no circuito.”
4. Caso um circuito possuísse 20 lâmpadas em série e uma das lâmpadas “queimasse”, o que
aconteceria com as demais lâmpadas do circuito? Justifique a sua resposta.
5. Qual a corrente equivalente que percorre este circuito?
6. Como é o comportamento da corrente elétrica no circuito que você montou? Explique.
FASE II
1. Preencha a tabela com os resultados obtidos durante o passo 3 Medindo a tensão.
26
2. Com base em suas medições, comente a veracidade da seguinte afirmação: “Em uma
associação em paralelo os componentes do circuito ficam submetidos a uma mesma tensão
elétrica”.
3. Com base em suas observações, comente a veracidade da seguinte afirmação: “Em uma
associação em paralelo, a retirada de um dos componentes do circuito (lâmpadas) não interrompe
o funcionamento dos demais componentes.”
FASE III
1. Em relação a luminosidade observada pelas lâmpadas ao final do passo 1 montado o
experimento, foi possível observar alguma diferença entre elas? Em caso afirmativo, qual foi a
diferença? Justifique.
2. Preencha a tabela com os resultados obtidos durante o passo 3 (Medindo a tensão).
3. Qual foi a tensão medida entre os terminais 2A e 5B? Utilizando seus conhecimentos sobre
circuitos elétricos e associação de resistores, explique como a tensão fornecida pela fonte é
dividida entre as lâmpadas do circuito montado no passo 1.
Checklist:
✓ Acessar seu AVA;
✓ Clicar no link do experimento ASSOCIAÇÃO EM SÉRIE DE RESISTORES;
✓ Desenvolver as 3 fases do experimento: associação em série, em paralelo e mista;
✓ Obter os dados experimentais;
✓ Finalizar o experimento;
✓ Avaliar os Resultados.
RESULTADOS
Resultados de Aprendizagem:
Como resultados dessa prática será possível medir a tensão elétrica, ou diferença de potencial
elétrico (d.d.p.), entre dois pontos de um circuito elétrico utilizado um multímetro; medir a corrente
elétrica de um circuito elétrico utilizado um multímetro; comparar as características de
associações de lâmpadas em série, paralelo e mistas.
ESTUDANTE, VOCÊ DEVERÁ ENTREGAR
Descrição orientativa sobre a entregada da comprovação da aula prática:
Ao final dessa aula prática, você deverá enviar um arquivo em word contendo as informações
obtidas no experimento, os cálculos realizados, em conjunto com um texto conclusivo a respeito
das informações obtidas. O arquivo não pode exceder o tamanho de 2Mb.
27
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Descrição (em abnt) das referências utilizadas
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